Banner Artigo

Período Composto: conceito, estrutura, exemplos e questões

Data 14/10/2019

Postado por Prof. Celina Gil

Antes de começarmos a falar sobre Período Composto, precisamos primeiro entender a diferença entre as três maneiras que uma mensagem pode se organizar: frase, oração e período.

Frase

Frase é toda organização de palavras que fizer sentido, ou seja, um enunciado completo em si mesmo. Esse enunciado pode ou não conter um verbo.

Exemplos:

  • Silêncio! (frase sem verbo)
  • Cheguei cedo no trabalho hoje. (frase com verbo)

Oração

Oração é um enunciado que contém, obrigatoriamente, uma forma verbal (verbo ou locução verbal). Essa forma verbal pode estar implícita ou explícita.

Exemplos:

  • Estou muito bem! (oração com verbo explícito)
  • Tenho andado distraído. (oração com locução verbal explícita)
  • Maria nadou à tarde / e João à noite. (oração com verbo implícito: João [nadou] à noite)

Período

Período é um enunciado composto de uma ou mais oração, ou seja, de construções que contém um ou mais de um verbo/forma verbal. Quando contém apenas um verbo, é chamado de período simples; quando contém dois ou mais verbos, é chamado de período composto.

Ex.:

  • A menina dormia profundamente. (período simples: um só verbo)
  • Você sabe que eu só quero seu bem. (período composto: dois ou mais verbos)

Período Composto: classificação e estrutura

Aqui, vamos nos debruçar sobre o período composto.

O Período Composto é estruturado e classificado a partir da relação que as orações estabelecem entre si em dois tipos: período composto por coordenação e período composto por subordinação.

Por isso, é muito importante que você tenha em mente a aula 01, em que falamos sobre conectivos. Isso será essencial para compreender o assunto.

Três tipos de oração formam um período composto. Eles são divididos de acordo com como se comportam sintaticamente:

  • Oração principal: não exerce função sintática no período.
  • Oração subordinada: não exerce função sintática no período, assumindo funções como sujeito, objeto, complemento, adjunto etc., em relação à principal. Pode também assumir função de adjetivo ou advérbio da oração principal.
  • Oração coordenada: oração independente sintaticamente, ou seja, não possui orações que se referem a ela de modo a lhe completar o sentido.

Vamos ver essa classificação com mais detalhes para tornar a ideia mais clara.

Período Composto: orações coordenadas

Períodos compostos por coordenação contém orações coordenadas, ou seja, independentes. São orações que possuem sentido completo em si mesmas, não necessitando de complemento.

Elas podem aparecer ligadas uma a outra por meio de um conectivo (conjunções coordenativas) ou sem ele.

Exemplos:

  • Chegou em casa e tomou banho.

Orações que compõe o período:
– “Chegou em casa”
– “tomou banho”

As orações são ligadas pela conjunção “e”.

  • Vim, vi, venci.

Orações que compõe o período:

– “Vim”
– “vi”
– “venci”

As orações não são ligadas por conjunção, mas por vírgulas.

Às orações coordenadas ligadas por conectivos, dá-se o nome de orações coordenadas sindéticas. Às orações coordenadas sem conectivos, dá-se o nome de orações coordenadas assindéticas.

Orações coordenadas sindéticas

As orações coordenadas sindéticas recebem o nome das conjunções que aparecem no período. Lembre-se da classificação dos conectivos e observe como formam orações homônimas:

Aditiva

Relacionam pensamentos similares. Expressa adição, sequência de fatos ou pensamentos.

Conjunções: “e”, “não só … mas também”, “nem”, “não … nem”.

Exemplos.:

  • Ele telefonou e saiu de casa.
  • Ele não telefonou nem saiu de casa.

As orações formadas são orações coordenadas sindéticas aditivas.

Adversativa

Relacionam pensamentos opostos. Expressa ressalva, oposição ou contraste. Quando posterior ao verbo, a conjunção vem entre vírgulas.

Conjunções: “contudo”, “entretanto”, “mas”, “no entanto”, “porém”, “todavia”

Exemplos:

  • Gosto de flores, mas prefiro folhas.
  • Gosto de flores; prefiro, porém, folhas.

As orações formadas são orações coordenadas sindéticas adversativas.

Alternativa

Relacionam pensamentos excludentes. Expressa alternância ou exclusão.

Conjunções: ou, já/já, ora/ora, quer/quer, seja/seja.

Exemplos:

  • Vamos à praia ou à piscina?
  • Ora quer ir, ora quer ficar

As orações formadas são orações coordenadas sindéticas alternativas.

Conclusiva

Relacionam pensamentos em que o segundo conclui o primeiro. Expressa conclusão ou dedução. A conjunção “pois” se emprega entre vírgulas.

Conjunções: consequentemente, logo, pois, por conseguinte, portanto.

Ex.: O carro quebrou; logo, não podemos viajar.

       Você está atrasado; deve, pois, pedir desculpas.

As orações formadas são orações coordenadas sindéticas conclusivas.

Explicativa

Relacionam pensamentos em que a segunda frase explica a primeira. Expressa explicação ou motivo.

Conjunções: pois, porque, que.

Ex.: Espere um pouco que ele não demora.

       Espere, porque daqui a pouco ele chega.

As orações formadas são orações coordenadas sindéticas explicativas.

Orações coordenadas assindéticas

As orações coordenadas assindéticas são separadas por pausas. No texto escrito, essas pausas são marcadas por vírgula, ponto e vírgula ou dois pontos.

Exemplos

  • O sol saiu, o dia estava bonito.

As orações não são ligadas por conjunção, mas por vírgula.

  • Cinco pessoas foram a favor da mudança; duas foram contra.

As orações não são ligadas por conjunção, mas por ponto e vírgula.

  • Toquei seu rosto: estava frio.

As orações não são ligadas por conjunção, mas por dois pontos.

Período Composto: orações subordinadas

Períodos compostos por subordinação contém oração principal e oração subordinada. A oração principal é independente e a subordinada se relaciona com ela sintaticamente.

Há três tipos de oração subordinada, cada uma assumindo funções ligadas a uma classe gramatical diferente: substantivas, adjetivas e adverbiais.

Exemplos:

  • Imploro que desistas.

Orações que compõe o período:

– “Imploro” = Oração principal
– “que desistas” = Oração subordinada substantiva

A oração “que desistas” tem função de objeto direto (o que eu imploro?).

  • Essa é a verdade que ninguém conta.

Orações que compõe o período:

– “Essa é a verdade” = Oração principal
– “que ninguém conta” = Oração subordinada adjetiva

A oração “que ninguém conta” tem função de adjunto adnominal (caracteriza “a verdade”).

  • Não comprou nada porque estava sem dinheiro.

Orações que compõe o período:

– “Não comprou nada” = Oração principal

– “porque estava sem dinheiro” = Oração subordinada adverbial

A oração “porque estava sem dinheiro” tem função de adverbio de causa (por que não comprou?).

Orações subordinadas substantivas

As orações subordinadas substantivas equivalem a substantivos. Exercem em relação à oração principal funções próprias de substantivos: sujeito, predicado, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal e aposto. Costumam ser iniciadas por conjunções integrantes (“que” e “se”).

DICA: Para identificar uma oração subordinada substantiva, substitua a oração subordinada pela palavra “ISSO”.

Oração subordinada substantiva subjetiva

Quando uma oração exerce a função de sujeito, é chamada de oração subordinada substantiva subjetiva.

Exemplo: É certo que ela chega hoje. (= Isso é certo.)

Oração subordinada substantiva predicativa

Quando uma oração exerce a função de predicativo, é chamada de oração subordinada substantiva predicativa. Atenção para a necessidade do verbo de ligação para essa relação.

Exemplo: A verdade é que estamos perdidos. (= A verdade é isso.)

Oração subordinada substantiva objetiva direta

Quando uma oração exerce a função de objeto direto, é chamada de oração subordinada substantiva objetiva direta.

Exemplo: Entendi que deveria ficar quieto. (= Entendi isso.)

Oração subordinada substantiva objetiva indireta

Quando uma oração exerce a função de objeto indireto, é chamada de oração subordinada substantiva objetiva indireta.

Exemplo: Não me arrependi do que falei. (= Não me arrependi disso.)

Oração subordinada substantiva objetiva completiva nominal

Quando uma oração exerce a função de complemento nominal, é chamada de oração subordinada substantiva completiva nominal.

Exemplo: Ela tem medo de que você vá embora. (Ela tem vontade disso.)

Oração subordinada substantiva apositiva

Quando uma oração exerce a função de aposto, é chamada de oração subordinada substantiva apositiva.

Exemplo: Só peço uma coisa: que você seja honesto. null

Orações subordinadas adjetivas

As orações subordinadas adjetivas equivalem a adjetivos. Exercem em relação à oração principal a função de adjunto adnominal de algum substantivo ou pronome da oração principal.

Elas podem ser de dois tipos:

  • Restritiva
  • Explicativa

Restritiva

Quando restringe ou limita o significado do termo a que se refere, a oração é classificada como oração subordinada adjetiva restritiva.

Exemplo: Você é a pessoa que mais gostei na vida. (= De todas as pessoas que gostei na vida, me refiro a uma em especial)

Explicativa

Quando acrescenta qualidades ou esclarece melhor o significado do termo a que se refere, a oração é classificada como oração subordinada adjetiva explicativa.

Exemplo: Eu, que era muito indecisa, não consegui escolher a sobremesa. (= Um dado novo é adicionado a “eu”, caracterizando-o.)

Um modo fácil de identificar o tipo de oração adjetiva é observar a existência de vírgula ou não.

Orações subordinadas adjetivas restritivas: não há vírgula separando a subordinada da principal.

Orações subordinadas adjetivas explicativas: não há vírgula separando a subordinada da principal.

Um modo fácil de identificar o tipo de oração adjetiva é observar a existência de vírgula ou não. Orações subordinadas adjetivas restritivas: não há vírgula separando a subordinada da principal. Orações subordinadas adjetivas explicativas: não há vírgula separando a subordinada da principal.

Orações subordinadas adverbiais

As orações subordinadas adverbiais equivalem a advérbios. Exercem em relação à oração principal a função de adjunto adverbial do verbo da oração principal.

Esse tipo de oração costuma ser iniciado por conjunções subordinativas. Nós vimos esse conceito na aula 02. Vamos rever rapidamente quais são as conjunções subordinativas. As orações subordinadas adverbiais são classificadas a partir do nome da conjunção que as antecede:

Oração subordinada adverbial causal

Quando uma oração se inicia com conjunção que exprime causa, é chamada de oração subordinada adverbial causais.

Conjunções: como, já que, pois, porque, que, uma vez que.

Exemplo: Ela foi embora, porque estava muito triste.

Oração subordinada adverbial comparativa

Quando uma oração se inicia com conjunção que exprime comparação, é chamada de oração subordinada adverbial comparativa.

Conjunções: como (relacionado a tal, tão, tanto), como se, do que (relacionado a mais, menos, maior, menor, melhor, pior), que.

Exemplo: Prata vale menos do que ouro.

Oração subordinada adverbial concessiva

Quando uma oração se inicia com conjunção que exprime contraste, é chamada de oração subordinada adverbial concessiva.

Conjunções: ainda que, embora, posto que, se bem que.

Exemplo: Vou encontra-lo, embora ache que não tem mais solução.

Oração subordinada adverbial condicional

Quando uma oração se inicia com conjunção que exprime condição, é chamada de oração subordinada adverbial condicional.

Conjunções: caso, desde que, contanto que, se.

Exemplo: Irei se puder.

Oração subordinada adverbial conformativa

Quando uma oração se inicia com conjunção que exprime conformidade, é chamada de oração subordinada adverbial conformativa.

Conjunções: como, conforme, segundo.

Exemplo: Resolvi a questão conforme você me ensinou.

Oração subordinada adverbial consecutiva

Quando uma oração se inicia com conjunção que exprime consequência, é chamada de oração subordinada adverbial consecutiva.

Conjunções: de forma que, de maneira que, de modo que, que (relacionado a tal, tão, tanto, tamanho).

Exemplo: Era tão alta que não passava na porta.

Oração subordinada adverbial final

Quando uma oração se inicia com conjunção que exprime finalidade, é chamada de oração subordinada adverbial final.

Conjunções: a fim de que, para que, porque, que.

Exemplos: Menti para que não brigasse comigo.

Oração subordinada adverbial proporcional

Quando uma oração se inicia com conjunção que exprime proporção, é chamada de oração subordinada adverbial proporcionais.

Conjunções: à medida que, à proporção que, ao passo que.

Exemplos: À medida que andávamos, ficava mais escuro.

Oração subordinada adverbial temporal

Quando uma oração se inicia com conjunção que exprime tempo, é chamada de oração subordinada adverbial temporal.

Conjunções: antes que, apenas, assim que, até que, depois que, logo que, quando, tanto que

Exemplos: Assim que a vi, me emocionei.

Período Composto: questões de vestibular

ITA 2018


O Brasil será, em poucas décadas, um dos países com maior número de idosos do mundo, e precisa correr para poder atendê-los no que eles têm de melhor e mais saudável: o desejo de viver com independência e autonomia. […] O mantra da velhice no século XXI é “envelhecer no lugar”, o que os americanos chamam de aging in place. O conceito que guia novas políticas e negócios voltados para os longevos tem como principal objetivo fazer com que as pessoas consigam permanecer em casa o maior tempo possível, sem que, para isso, precisem de um familiar por perto. Não se trata de apologia da solidão, mas de encarar um dado da realidade contemporânea: as residências não abrigam mais três gerações sob o mesmo teto e boa parte dos idosos de hoje prefere, de fato, morar sozinha, mantendo-se dona do próprio nariz. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/brasillenvelhecer-no-seculo-xxi/>, 18 mar. 2016. Adaptado. Acesso em: 10 ago. 17.

A conjunção em destaque na frase “Não se trata de apologia da solidão, mas de encarar um dado da realidade contemporânea: …” possui a função semântica de

a) retificação.
b) compensação.
c) complementação.  
d) separação.  
e) acréscimo.  

Comentários: Em “Não se trata de apologia da solidão, mas de encarar um dado da realidade contemporânea” há inicialmente uma informação acompanhada de “não”, ou seja, uma negativa. A segunda oração se inicia com a conjunção “mas” inicia uma oração que retifica a informação da oração anterior. A construção “não … mas” costuma ser usada para corrigir informações. Por isso, a alternativa correta é alternativa A.

Perceba que não é preciso saber que “mas de encarar um dado da realidade contemporânea” é uma oração coordenada sindética adversativa para compreender a natureza da relação entre as orações. Por isso, não oque tanto em decorar, mas em entender as relações entre as orações e os valores dos conectivos.

A alternativa B está incorreta, pois “compensação” é o ato de corrigir ou anular alguma ação em benefício de algo ou alguém que sofreu uma perda. Não é o caso aqui. Não há a noção de perda de uma informação em detrimento de outra.

A alternativa C está incorreta, pois “complementação” supõe a adição de novas informações de modo a tornar a anterior mais completa.

A alternativa D está incorreta, pois “separação” significa afastamento e a intenção aqui é corrigir uma informação previamente dada, não necessariamente afastar ambas.

A alternativa E está incorreta, pois não há tentativa de simplesmente adicionar informação nova, mas sim de corrigir uma informação anterior.

Gabarito: A

Unesp 2015

Considere a passagem de um romance de Autran Dourado (1926- 2012).

A gente Honório Cota

Quando o coronel João Capistrano Honório Cota mandou erguer o sobrado, tinha pouco mais de trinta anos. Mas já era homem sério de velho, reservado, cumpridor. Cuidava muito dos trajes, da sua aparência medida. O jaquetão de casimira inglesa, o colete de linho atravessado pela grossa corrente de ouro do relógio; a calça é que era como a de todos na cidade — de brim, a não ser em certas ocasiões (batizado, morte, casamento — então era parelho mesmo, por igual), mas sempre muito bem passada, o vinco perfeito. Dava gosto ver:

O passo vagaroso de quem não tem pressa — o mundo podia esperar por ele, o peito magro estufado, os gestos lentos, a voz pausada e grave, descia a rua da Igreja cumprimentando cerimoniosamente, nobremente, os que por ele passavam ou os que chegavam na janela muitas vezes só para vê-lo passar.

Desde longe a gente adivinhava ele vindo: alto, magro, descarnado, como uma ave pernalta de grande porte. Sendo assim tão descomunal, podia ser desajeitado: não era, dava sempre a impressão de uma grande e ponderada figura. Não jogava as pernas para os lados nem as trazia abertas, esticava-as feito medisse os passos, quebrando os joelhos em reto.

Quando montado, indo para a sua Fazenda da Pedra Menina, no cavalo branco ajaezado de couro trabalhado e prata, aí então sim era a grande, imponente figura, que enchia as vistas. Parecia um daqueles cavaleiros antigos, fugidos do Amadis de Gaula ou do Palmeirim, quando iam para a guerra armados cavaleiros.(Ópera dos mortos, 1970.)

No início do segundo parágrafo, por ter na frase a mesma função sintática que o vocábulo “vagaroso” com relação a “passo”, a oração “de quem não tem pressa” é considerada

a)    coordenada sindética.
b)    subordinada substantiva.
c)    subordinada adjetiva.
d)    coordenada assindética.
e)    subordinada adverbial.

Comentários

O período a se analisar é: “O passo vagaroso de quem não tem press”.

Oração principal: “O passo vagaroso” (implícito o verbo “ter”: Tem o passo vagaroso)

”. Oração principal: “O passo vagaroso” (implícito o verbo “ter”: Tem o passo vagaroso)

Oração subordinada: “de quem não tem pressa”

Por adicionar uma característica ao termo “passo vagaroso”, a oração “de quem não tem pressa” é classificada subordinada adjetiva.

A alternativa correta é alternativa C.

A alternativa A está incorreta, pois não há o aparecimento de conjunção coordenativa no período analisado.

A alternativa B está incorreta, pois “de quem não tem pressa” não assume função sintática característica de substantivo.

LEMBRE-SE da dica de substituir a oração pela palavra “isso”: “O passo vagaroso disso” não é uma oração que faz sentido, portanto, não pode ser considerada uma oração substantiva.

A alternativa D está incorreta, pois há uma conjunção “de que” no período, o que elimina a possibilidade de ser classificada como assindética.

A alternativa E está incorreta, pois “de quem não tem pressa” refere-se a “passo vagaroso” e não ao verbo implícito “ter”.

ATENÇÃO: muitas vezes, o verbo da oração estará implícito. Isso não significa que ele não está lá. Toda oração se constrói em torno de uma forma verbal.

Gabarito: C

CURSOS PARA VESTIBULAR

Siga-me nas redes sociais:

Instagram: @professoracelinagil

Facebook: @professora.celina.gil

Prof. Celina Gil

Prof. Celina Gil

Professora formada em Letras-Português pela Universidade de São Paulo, USP. Mestre e Doutoranda em História do Teatro pela mesma instituição.

Deixe seu comentário!
Você também pode gostar:
Quem nunca teve dúvidas sobre o uso do mau ou mal que atire a primeira
Viagem ou viajem... Talvez você já tenha confundindo em algum momento os termos. E se
Mais ou mas... As duas palavras existem na língua portuguesa, mas elas têm funções bastante
Entre as classes de palavras temos o adjetivo. Adjetivo é toda e qualquer palavra que
As palavras da língua portuguesa são divididas em dez classes, entre elas está o substantivo,